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O professor do Departamento de Ciências Farmacológicas e Biomolecular da Universidade de Milão (Università Degli Studi di Milano), Marco Riva, visitou o Instituto do Cérebro do RS na tarde desta quarta-feira. Ele veio a convite do pesquisador do InsCer e professor da Escola de Medicina da PUCRS, Rodrigo Grassi, para conhecer a estrutura da PUCRS e aproximar os laços entre as instituições.

Durante a semana em Porto Alegre, o pesquisador italiano conversou com os alunos do Developmental Cognitive Neuroscience Lab, laboratório chefiado por Rodrigo Grassi, trocou ideias de trabalho, teve reuniões de cooperação para projetos futuros e revisou o que já está sendo realizado junto ao Inscer sobre “estresse na gestação”. Além disso, ministrou duas conferências: na Escola de Medicina e na Escola de Ciências da Saúde da PUCRS.

“Acho que foi útil e proveitoso, especialmente pra mim, em ver os alunos realmente motivados, fazendo ciência, e boa ciência, isso foi muito importante”, afirma.

O foco do intercâmbio de informações se concentra nas doenças psiquiátricas, com pesquisas pré-clínicas, por meio de experimentos com animais, para, a partir do conhecimento produzido, poder aplicar na área clínica.

Aqui também ele inaugurou o programa da Capes Escola de Altos Estudos, uma iniciativa que havia iniciado no ano passado, quando o pesquisador Rodrigo Grassi foi professor visitante da Universidade de Milão no laboratório de Psicofarmacologia e Psiquiatria Molecular, chefiado pelo Riva. E tem continuado, já que um dos alunos da PUCRS está fazendo um doutorado sanduíche na Itália. “Já existe um intercâmbio que está funcionando bem, mas queremos aumentar os projetos em comum para que possamos trabalhar juntos, trocar conhecimentos, dividir os resultados. Acho que seremos exitosos nisso”, ressalta Marco Riva.

Após conhecer as instalações da Universidade, ele se disse impressionado. “Eu fiquei muito impressionado com o que vi na Universidade, porque acredito que se temos um bom ambiente de trabalho, sentimo-nos mais motivados a fazer mais pesquisas. E esta sinergia é importante para a produção científica”, resume.