Coordenador: Jaderson Costa da Costa, MD, PhD

Integrantes: Gabriele Zanirati, PhD; Pamella Azevedo, PhD; Gianina Teribele Venturin, PhD; Samuel Greggio, PhD; Daniel Marinowic, PhD; Eduardo Zimmer, PhD; Paula Kopschina Feltes, PhD; Allan Marinho Alcará (graduando em biologia); Paula Gabrielli dos Santos (graduanda em farmácia).

Resumo: A depressão é considerada a condição psiquiátrica mais frequente em pacientes com epilepsia, atingindo cerca de 30 a 35% dos portadores dessa doença. Embora os aspectos psicossociais desses pacientes epilépticos possam contribuir para o desenvolvimento de depressão, estudos tem sugerido, cada vez mais, que a relação entre a depressão e a epilepsia está associada a mecanismos neurobiológicos patogênicos comuns. Entretanto, esses mecanismos envolvidos na associação das duas patologias ainda não são totalmente compreendidos. Clinicamente, pode-se prever que o surgimento da depressão como comorbidade associada à epilepsia ocasione uma piora significativa na qualidade de vida dos pacientes. Dentro desse panorama, mais investigações são fundamentais para a melhor compreensão dos mecanismos dessa condição para que seja possível a busca por novas estratégias eficazes e seguras de tratamento e prevenção desta comorbidade na epilepsia. O presente estudo tem como objetivo investigar possíveis modificações no metabolismo cerebral de glicose in vivo e na rede metabólica cerebral, bem como alterações moleculares em um modelo experimental de epilepsia e correlacionar essas alterações com a ocorrência de comportamento depressivo durante a fase crônica da epilepsia.