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O InsCer possui laboratórios com a mais moderna tecnologia na produção de radiofármacos, construídos dentro das exigências sanitárias para indústria de medicamentos injetáveis e das Boas Práticas de Fabricação de Radiofármacos preconizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. As exigências da Comissão Nacional de Energia Nuclear também estão contempladas, através de normas específicas que visam a segurança do paciente, do operador e do meio ambiente.

O Centro de Produção de Radiofármacos está situado no andar térreo do prédio, próximo à estrutura do bunker onde está instalado o cíclotron. É constituído pelos Laboratórios de Produção, de Controle de Qualidade Físico-Químico e de Controle de Qualidade Microbiológico. No Laboratório de Produção estão instalados equipamentos automatizados dentro de hot cells (capelas blindadas) para a síntese de radiofármacos.

Os Laboratórios de Controle de Qualidade estão equipados com aparelhos de alta tecnologia como cromatógrafos e o analisador multicanal. Encontra-se também neste mesmo andar o Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento, cujo foco é o desenvolvimento de novas moléculas radiotraçadoras.

Produtos

Reforçando o objetivo de estabelecer um elo entre a pesquisa laboratorial e sua aplicação na assistência de pacientes, através do desenvolvimento e emprego de tecnologia inovadoras, o InsCer irá produzir o radiofármaco [18F]Flumazenil, que auxilia na localização do foco epileptogênico, constituindo-se como parte importante da avaliação do paciente portador de epilepsia de difícil controle medicamentoso.

Outro radiofármaco importante, também marcado com flúor-18, será o [18F]FET, análogo da tirosina, e traçador de neoplasias intracranianas. O InsCer produz também radiofármacos marcados com carbono-11, que possui meia-vida de somente 20min, necessitando que o radiofármaco seja produzido e injetado no paciente no mesmo local de produção. Isto é possível pela excelente infraestrutura de que dispõe o InsCer, composta do Centro de Produção de Radiofármacos e o Centro de Imagem Molecular, que possui o PET/CT, responsável pelas imagens dos exames efetuados.

A doença de Alzheimer, um processo neurodegenerativo que acomete uma parcela da população, se caracteriza pela formação e acúmulo de placas e filamentos de estruturas chamadas beta-amilóides em determinadas regiões do cérebro. Evidências clínico-patológicas sugerem que esse depósito inicie décadas antes dos sinais de demência. Assim, se pudermos detectar precocemente a presença das placas beta-amilóides em pacientes, poderemos amenizar ou talvez impedir o avanço da doença de Alzheimer.

Para detectarmos essas placas beta-amilóides, será utilizado o radiofármaco [11C]PIB, Pittsburgh Compound B, considerado padrão ouro na detecção das placas beta amilóides.

Saiba mais sobre como funciona nosso Centro de Produção de Radiofármacos: